As transformações nas ciudades do poder à luz da epigrafía na Lusitânia

José D’Encarnação

Resumen


Resumo: Mostra-se como a «epigrafização», ou seja, o há­bito de perpetuar em monumentos epigrafados a memória das gentes e dos factos, constituiu, logo desde os primórdios do Império Romano, um importante meio de a população se mani­festar. Daí o elevadíssimo interesse histórico do seu estudo. O monumento epigráfico é, porém, não apenas o testemunho de um «poder»; é-o também de um «contrapoder». Esse aspecto se procura aqui salientar, em relação, de modo es­pecial, a duas capitais de conventus da Lusitânia – Scallabis e Pax Iulia – relacionando-as com outras cidades, que delas bem se distinguem, até do ponto de vista dos vestígios epigráficos que restam: Scallabis e Olisipo; Pax Iulia em pa­ralelo com Ebora e Mirobriga.

Palavras chave: Scallabis, Pax Iulia, Olisipo, Ebora, Mirobriga.

Abstract: Even in the beginning of the Roman Empire, the urban ‘epigraphization’ is a relevant way to keep people’s and fact’s memories: a sign of power and also an evidence against the power itself.

We will see it in the epigraphic monu­ments of two roman Lusitanian civitates, con­ventus capita: Scallabis and Pax Iulia, even in their comparison with Olisipo, Ebora and Mirobriga.

Key words: Scallabis, Pax Iulia, Olisipo, Ebora, Mirobriga.

 

doi: https://doi.org/10.20318/revhisto.2017.3590


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Revista de Historiografía editada por el Instituto de Historiografía Julio Caro Baroja. Universidad Carlos III de Madrid

EISSN: 2445-0057

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