Sobre a Revista

1. Âmbito e objetivos
2. Processo de avaliação por pares
3. Política de acesso aberto
4. Indexação em bases de dados 
5. Declaração ética e boas práticas 
6. Política de preservação e arquivos digitais 
7. Revistas amigas
8. Colaboradores
9. Entidades editoras

 

Âmbito e objetivos

A revista nasce para dar continuidade — e um novo impulso — à investigação em história oral na esteira da revista Historia, Antropología y Fuentes Orales, que se tornou uma referência para o estudo da narrativa oral. Assumindo esse legado e atendendo à situação atual da academia, aspiramos a transformar o espaço científico num lugar de encontro entre disciplinas que utilizam a oralidade, a memória e o testemunho como fontes predominantes, articulando um quadro interdisciplinar que cruze história, antropologia, sociologia, linguística, psicologia social, estudos culturais, humanidades digitais e património. Procuraremos ocupar o espaço de uma disciplina que conta com uma importante tradição noutras latitudes, tentando unir e conciliar o rigor académico com o conhecimento e a divulgação de projetos e atividades de inovação educativa desenvolvidos na Península Ibérica e que têm na oralidade e na memória o seu eixo de ação. Por isso, os seus objetivos são: (1) fazer avançar o conhecimento sobre experiências, memórias e identidades a partir de testemunhos e práticas de oralidade em escalas locais, nacionais e transnacionais; (2) inovar metodologicamente (análise do testemunho e do discurso, prosódia, etnografia audiovisual, cartografias, corpora orais, arquivos e preservação); (3) promover a ciência aberta através do OJS e do acesso aberto; e (4) tecer pontes entre academia e sociedade (dossiês, debates, recensões, entrevistas e ensino). A revista assegura diversidade e alcance global — com especial atenção às vozes subalternas — e multilinguismo (línguas do Estado, português, com resumos trilingues), e compromete-se com a excelência editorial (dupla revisão cega por pares, integridade e transparência).

O núcleo empírico é a fonte oral e o seu reforço metodológico, com um amplo leque temático que inclui memória, género, decolonialidade, saúde, educação, património imaterial, memórias de guerra, pós-conflito, entre outros temas.

Processo de avaliação por pares

No acordo de publicação, os autores e as autoras garantem que o seu trabalho é original e que não foi publicado em qualquer outro lugar. Os resultados da investigação devem estar expressos de forma clara e coerente, de modo a permitir a sua análise e revisão. O método de avaliação externa é o de dupla revisão cega por pares, garantindo tanto o anonimato da autoria como a imparcialidade dos avaliadores e avaliadoras na sua decisão. É obrigação de cada autor ou autora realizar as sugestões e correções de erros indicadas pelos pareceres, bem como corrigir e/ou retratar-se perante eventuais erros detetados posteriormente. Do mesmo modo, os revisores e revisoras encarregar-se-ão de apresentar propostas de melhoria para os artigos que lhes forem atribuídos, de forma objetiva, justa e com base no seu conhecimento especializado. A informação a que tenham acesso através da leitura dos artigos não deve ser divulgada nem utilizada, sendo este um compromisso fundamental quando aceitam a tarefa de revisão.

A receção de um original não pressupõe a sua aceitação para publicação. Os originais são, em primeiro lugar, lidos pelo Conselho Editorial para verificar se cumprem tanto os requisitos das normas editoriais como um nível mínimo de conteúdo científico e de adequação às linhas e objetivos editoriais da revista. Caso um artigo não se adeque à linha geral da revista, será devolvido ao autor ou autora num prazo inferior a um mês, sem necessidade de avaliação.

Em caso de aceitação, os artigos serão submetidos ao parecer de dois ou mais especialistas externos, recorrendo ao sistema de avaliação por pares em dupla revisão cega, mantendo-se o anonimato tanto da autoria como dos avaliadores e avaliadoras. Os pareceres poderão recomendar a introdução de modificações. No caso de os dois pareceres recebidos sobre um original serem contraditórios, recorrer-se-á a um terceiro parecer externo. Os autores e autoras cujos artigos tenham obtido parecer favorável, mas com sugestão de correções, deverão reenviá-los à Revista Interdisciplinar de História Oral depois de incorporadas as melhorias, a fim de se verificar se estas foram integradas no texto de acordo com as indicações dos pareceres. No caso de modificações de fundo, o artigo será novamente avaliado antes da sua eventual publicação. Se for necessária a não aceitação de algum trabalho, a decisão será comunicada ao autor ou autora, justificando-se os motivos em que se baseia. O tempo de resposta da primeira avaliação será de entre seis e oito meses.

As pessoas avaliadoras terão em conta os seguintes aspetos nos seus pareceres: 1) a extensão do artigo, a sua estrutura interna e o seu enquadramento, bem como a clareza e adequação da redação; 2) a delimitação dos objetivos, das hipóteses, da metodologia aplicada, das fontes e da bibliografia; 3) a originalidade dos conteúdos, com base no uso e reconhecimento de fontes históricas, e o seu contributo para o conhecimento; 4) a utilização de uma linguagem correta e inclusiva.

Conflito de interesses

Se os avaliadores ou avaliadoras detetarem algum conflito de interesses, devem comunicá-lo ao Conselho Editorial para que sejam designados outros especialistas. Entre outros casos, inclui-se a possibilidade de existirem vínculos familiares até ao terceiro grau, de serem colegas do mesmo departamento, de se tratar de estudantes ou investigadores e investigadoras cujos trabalhos orientem, ou de integrantes de projetos e grupos de investigação em que participem. O Conselho Editorial compromete-se a vigiar possíveis conflitos de interesses, e os seus membros estão obrigados a escusar-se sempre que exista um conflito real ou aparente como os anteriormente assinalados.

Confidencialidade

Todas as avaliações serão realizadas nas mais estritas condições de confidencialidade. A revista e os editores não revelarão a identidade das pessoas avaliadoras, nem os conteúdos dos pareceres ou da correspondência decorrente do próprio processo de avaliação, a qualquer pessoa externa ao mesmo. Os revisores e revisoras estão sujeitos ao mais rigoroso dever de confidencialidade; nem os manuscritos nem os conteúdos da correspondência do autor ou autora com os editores no processo de avaliação poderão ser partilhados com terceiros sem autorização escrita dos próprios editores. Em sentido estrito, os autores e autoras não estão obrigados a exigências semelhantes — podem optar por pedir conselho a colegas durante o processo de revisão de um texto, uma vez recebidos os pareceres de avaliação —, mas a divulgação pública dos conteúdos dos pareceres e da correspondência com a equipa editorial não é adequada. Qualquer autor ou autora que atue desse modo perde o direito à proteção da sua privacidade por parte da revista.

Política de acesso aberto

A propriedade intelectual dos artigos nela contidos pertence aos autores e às autoras. Os direitos de edição e publicação correspondem à revista. A Revista Interdisciplinar de História Oral disponibiliza acesso livre ao seu conteúdo por entender que esta medida favorece uma maior circulação global do conhecimento.

Depois de publicado o artigo na revista, os artigos e outros materiais nela contidos poderão ser livremente utilizados apenas quando forem usados com fins educativos ou científicos, e sempre que se inclua a menção expressa ao ano e ao número em que foram publicados na revista. Qualquer aproveitamento comercial é expressamente punido por lei.

A Revista Interdisciplinar de História Oral não cobra aos autores qualquer taxa de processamento de artigos (APC).

Os documentos incluem a licença Creative Commons 3.0: Atribuição-Não Comercial-Sem Derivações (CC BY-NC-ND 3.0).

 

Indexação em bases de dados

 

Declaração ética e boas práticas

Os coeditores/as e o Conselho Editorial da Revista Interdisciplinar de História Oral declaram que o objetivo da revista é o avanço e a difusão do conhecimento. Os autores e as autoras dos artigos publicados assumem a responsabilidade pelos conteúdos dos seus textos, sempre baseados em diversas fontes, na originalidade e no rigor metodológico.

Plágio e fraude científica

O plágio é o ato de reproduzir um texto ou outros materiais provenientes de outras publicações sem indicar adequadamente a fonte. Considera-se que tal material foi objeto de plágio independentemente de ter sido modificado ou parafraseado. A apropriação de trabalhos de outros autores ou autoras, apresentando-os como próprios, é um comportamento não científico nem ético, além de constituir uma grave violação das normas deontológicas da investigação. O plágio representa uma violação ética grave e pode implicar uma violação legal dos direitos de autor, caso o material reproduzido tenha sido previamente publicado. Qualquer texto em que se detete este comportamento fraudulento será imediatamente rejeitado. Os autores e as autoras que desejem citar outros trabalhos publicados devem mencionar a referência original completa e incluir entre aspas qualquer citação textual. Os gráficos e as ilustrações só podem ser reproduzidos com a autorização pertinente e devem ser devidamente assinalados na legenda do próprio elemento gráfico, sempre de acordo com as normas especificadas no regulamento.

Comete-se fraude científica quando não são reconhecidos todos os investigadores e investigadoras que participaram na elaboração do trabalho, quando este é enviado simultaneamente para várias publicações, quando é dividido em diferentes partes que partilham as mesmas hipóteses e métodos, ou quando se utilizam dados falsos, deturpados ou não comprovados.

A publicação de qualquer trabalho que atente contra os direitos estabelecidos nos artigos 138 a 143 da Lei 22/11, de 11 de novembro de 1987, de Propriedade Intelectual, é da exclusiva responsabilidade do autor. O Conselho Editorial da Revista Interdisciplinar de História Oral não se responsabiliza, em caso algum, pela credibilidade e autenticidade dos trabalhos publicados, nem se identifica necessariamente com as opiniões neles expressas. Os autores e as autoras conservam os direitos de autor dos seus trabalhos sem restrições.

A Revista Interdisciplinar de História Oral, com o objetivo de garantir a integridade académica da publicação, utiliza a aplicação Feedback Studio, que permite rever os documentos detetando citações incorretas ou eventuais plágios.

Compromissos do Conselho Editorial

O Conselho Editorial da Revista Interdisciplinar de História Oral compromete-se a vigiar e preservar os princípios éticos e a qualidade científica da publicação. Tem, além disso, a responsabilidade e a autoridade para aceitar ou rejeitar um artigo com base nas revisões efetuadas pelos especialistas. Reserva-se o direito de retirar qualquer trabalho recebido, aceite ou já publicado, caso se confirme plágio, fraude científica, falsificação ou publicação duplicada. Do mesmo modo, promoverá a publicação de correções ou retratações perante erros detetados.

Esperamos dos diferentes colaboradores e colaboradoras uma compreensão das expectativas éticas expressas nas normas e nesta declaração, entendendo que estas são as básicas para a comunidade académica.

Boas práticas em igualdade de género

A Revista Interdisciplinar de História Oral está comprometida com a promoção da igualdade entre homens e mulheres, com a visibilização do trabalho científico das mulheres e com a promoção do uso de linguagem inclusiva nas publicações científicas. Este princípio reflete-se na presença de mulheres em cargos de gestão da revista, na publicação do nome completo dos autores e autoras dos artigos publicados para dar visibilidade a estas últimas e nas normas sobre linguagem inclusiva incluídas na secção de Submissões e nas diretrizes para o envio de artigos.

Obxetivos de Desenrolo Sostibel

Política de preservação e arquivos digitais

Esta revista desenvolve diversos processos destinados a garantir a acessibilidade permanente dos objetos digitais que aloja nos seus próprios servidores:

  • Cópias de segurança a partir do SDIC da UC3M, que tem programado o backup de todos os seus servidores.
  • Monitorização do ambiente tecnológico para prever possíveis migrações de formatos ou de software obsoletos.
  • Metadados de preservação digital.
  • Utilização de DOI.

Os ficheiros publicados nesta página web estão disponíveis em formatos facilmente reproduzíveis (PDF).

A política de preservação digital será revista periodicamente pela Universidad Carlos III de Madrid.

Revistas amigas

Colaboradores

 

Entidades editoras